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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Governo Federal libera R$ 187 milhões aos produtores de cana do RJ e Nordeste

Depois de alguns meses offline o Blog Do Júlio está de volta...


A presidenta Dilma Rousseff publicou na última terça-feira (30/12) a medida provisória (MP) 666/14, concedendo crédito financeiro extraordinário para diversos fins dependentes, dentre eles o pagamento de R$ 187 milhões em subvenção econômica para os fornecedores de cana-de-açúcar nordestinos e do Rio de Janeiro em atendimento a Lei 12.999/2014.

A subvenção será concedida aos produtores independentes diretamente ou por intermédio de suas cooperativas ou associações, em função da quantidade de cana-de-açúcar efetivamente vendida às usinas de açúcar e às destilarias, excluindo-se a produção própria das unidades agroindustriais e a produção dos respectivos sócios e acionistas.

Após a publicação do decreto, o pagamento já começa a ser efetuado aos beneficiados, porque a fonte de recurso foi autorizada por meio de medida provisória, que já tem força de lei, mesmo enquanto tramita no Congresso Nacional. Cada produtor receberá R$ 12 por tonelada de cana fornecida às usinas na safra 2012-2013, limitada a 10 mil ton.

Para o presidente da Associação Fluminense dos Plantadores de Cana (Asflucan) e secretário de Agricultura, Eduardo Crespo, "A subvenção se tornou possível pelo empenho e comprometimento dos deputados federal Anthony Garotinho e Paulo Feijó. Agora, que ela já é de fato uma conquista”.


Ururau

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Brasil registra o primeiro caso suspeito de ebola em Cascavel, no Paraná

O Brasil registrou nesta quinta-feira (09) o primeiro caso suspeito de ebola, na cidade de Cascavel, Paraná. Segundo o Ministério da Saúde, outras suspeitas que haviam sido levantadas antes no país eram apenas boatos e tinha sido logo descartadas. De qualquer forma, o caso em Cascavel ainda precisa ser confirmado para ser considerado como o primeiro de um paciente com ebola no país. Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura de Cascavel, esquipes do ministério e do governo estadual chegam de madrugada à cidade. Também de acordo com a prefeitura, a unidade de pronto atendimento (UPA) onde o homem com caso suspeito foi atendido está isolada, e ele será transferido para o Rio de Janeiro.

A prefeitura informou que os pacientes na unidade que não tiveram contato com o homem não foram impedidos de sair. Mas quem teve contato com ele permanece isolado lá dentro. Além disso, ninguém pode entrar na UPA. A prefeitura informou não ter informações sobre a identidade do homem.

Read more: http://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-registra-primeiro-caso-suspeito-de-ebola-em-cascavel-no-parana-14202048#ixzz3FhjDk68s

Em São Paulo, Dilma foi campeã de votos. Nos presídios

Em ao menos um segmento do eleitorado no Estado de São Paulo, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o candidato petista ao governo, Alexandre Padilha, foram campeões de votos: entre os presidiários. Segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral, a petista recebeu 51% dos votos válidos (460 votos) contra 9% (81 votos) do tucano Aécio Neves — a candidata derrotada Marina Silva (PSB) teve 22% (203 votos). Para se ter uma ideia, em todo o Estado, Dilma conseguiu 25,82% dos votos (5.927.503 votos), enquanto Aécio angariou 44,22% (10.152.688 votos). Marina ficou com 23,09% (5.761.174 votos). O desempenho petista se manteve na disputa estadual. O candidato derrotado Padilha arrebanhou 42% dos votos válidos (382 votos), ante 13% (118 votos) de Geraldo Alckmin — Paulo Skaf (PMDB) ficou com 16% (150 votos).

O levantamento também mostrou que o ex-palhaço Tiririca foi o candidato a deputado mais votado (333 votos) nos presídios paulistas. Ao todo, 897 presos votaram nessas eleições em quatorze unidades prisionais do Estado. Apenas as prisões que tinham mais de cinquenta eleitores receberam urnas no último domingo (05).

Veja

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Aécio 54% x Dilma 46%: primeira pesquisa sobre o segundo turno

Aécio Neves (PSDB) largou na frente da presidente Dilma Rousseff (PT) neste início da campanha de segundo turno nas eleições presidenciais deste ano. É o que mostra uma pesquisa feita com exclusividade para ÉPOCA, pelo instituto Paraná Pesquisas. Se a eleição fosse hoje, Aécio teria 49% das intenções de voto contra 41% de Dilma. Não sabe ou não responderam somam 10%. Em votos válidos, Aécio tem 54%, e Dilma, 46%. Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os candidatos, Aécio tem 45%, e Dilma, 39%.

O instituto Paraná Pesquisas entrevistou, entre a segunda-feira (6) e esta quarta-feira (8), 2.080 eleitores. Foram feitas entrevistas pessoais com eleitores maiores de 16 anos em 19 Estados e 152 municípios. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral, sob o número BR 01065/2014. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com uma margem de erro de 2,2% para mais ou para menos. Isso significa que a probabilidade de a realidade corresponder ao resultado dentro da margem de erro é de 95%. Se a eleição fosse hoje, a votação de Aécio variaria, portanto, de 52% a 56%; e a de Dilma, de 44% a 48% dos votos válidos.

“Podemos afirmar que Aécio Neves inicia o segundo turno com uma boa vantagem, porque herdou mais votos de Marina Silva (a terceira colocada). Vamos ver como o eleitor se comportará após o início do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão”, afirma o economista Murilo Hidalgo, presidente do Paraná Pesquisas.

A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos. Dilma Rousseff é rejeitada por 41%. Outros 32% afirmaram que não votariam em Aécio “de jeito nenhum”. Apenas 16% disseram que não rejeitam nenhum dos candidatos, e 8% não souberam ou não quiseram responder. De acordo com Hidalgo, a rejeição é sempre um fator fundamental em eleições de segundo turno.

No quesito escolaridade, Dilma é a preferida dos eleitores com apenas o ensino fundamental. Ela tem 46% das intenções, ante 45% de Aécio. Entre os eleitores com ensino superior completo, Aécio lidera com 55% das intenções, e Dilma apresenta 34%. Aécio também está na frente no eleitorado feminino, com 50% das intenções de voto, ante 40% de Dilma. Entre os homens, Aécio tem 47% das preferências, para 43% de Dilma.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral, sob o número BR 01065/2014. Foram entrevistados 2.080 eleitores em 19 Estados e 152 municípios do dia 6 ao dia 8 de outubro.

Revista ÉPOCA

Operador de campanhas petistas, que faz negócios com governo federal, estava em avião que transportava dinheiro vivo

A história se repete: Benedito de Oliveira Neto, empresário envolvido no escândalo de espionagem que atingiu a campanha petista em 2010, estava em aeronave apreendida pela PF com dinheiro vivo
Um conhecido colaborador de campanhas eleitorais petistas estava a bordo do avião no qual a Polícia Federal apreendeu, na noite desta terça-feira, 116.000 reais em dinheiro vivo no aeroporto de Brasília.

A aeronave foi abordada pelos agentes federais logo após pousar, vindo de Belo Horizonte. Uma denúncia anônima levou os policiais a fazerem o flagrante.

Os três ocupantes do avião, um turboélice registrado em nome de uma empresa de participações, foram levados até a Superintendência da PF em Brasília para prestar esclarecimentos.

Entre eles estava Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, empresário de Brasília com negócios no governo federal e que ficou conhecido na campanha eleitoral de 2010 por bancar despesas do comitê eleitoral da então candidata petista Dilma Rousseff.

Bené também patrocinou um grupo que operava na clandestinidade, dentro do comitê de campanha, para produzir dossiês contra o tucano José Serra, então adversário do PT.

Na época, o coordenador da campanha de Dilma Rousseff era o hoje governador eleito de Minas Gerais Fernando Pimentel.

Junto com Bené estava Marcier Trombiere Moreira, que deixou em julho deste ano o cargo de assessor especial do ministro das Cidades, Gilberto Occhi, para trabalhar na área de comunicação da campanha de Fernando Pimentel.

Amigo de petistas influentes, especialmente de Minas Gerais, Bené era um empresário pouco conhecido de Brasília. No governo do PT, ficou rico: de repente, suas empresas – a Gráfica Brasil e a Dialog Eventos – passaram a ganhar fortunas com contratos públicos. Durante os dois mandatos do ex-presidente Lula, as empresas faturaram 214 milhões de reais.

A Dialog chegou a ser proibida de contratar com o governo após a descoberta de uma série de irregularidades. Em muitos órgãos públicos, ela era contratada sem licitação. Auditorias oficiais concluíram que a empresa costumava receber pagamentos por serviços nunca prestados.

A Gráfica Brasil, por sua vez, continuou firme e forte com seus negócios na máquina federal. Já no governo Dilma, recebeu 109,6 milhões.

Na campanha de 2010, Bené atuou com uma espécie de tesoureiro informal da campanha de Dilma. Cuidava das finanças e também da logística da estrutura montada em Brasília para servir à candidatura presidencial petista.

Até estourar o escândalo da espionagem, revelado pela Revista VEJA, Bené era o responsável por pagar as despesas de uma casa montada para servir à campanha. Também foi ele quem providenciou outros imóveis utilizados pelo comitê petista – incluindo a casa onde a então candidata Dilma Rousseff morou, no Lago Sul de Brasília, até ser eleita presidente.

Nas eleições deste ano, o empresário voltou à cena, só que mais discretamente. Bené auxiliou a campanha do petista Fernando Pimentel. Sempre nos bastidores. Ele transitava entre Brasília e Belo Horizonte. A Polícia Federal abriu inquérito para apurar a origem dom dinheiro.

VEJA

Aécio recebe apoio do PSB e repete lema de Eduardo Campos: 'Não vamos desistir do Brasil'

Eduardo Jorge e Pastor Everaldo fizeram o mesmo que o PSB

Candidato à presidência pelo PSDB, Aécio Neves compareceu à sede do PSB na noite desta quarta-feira para sacramentar a aliança com o partido no segundo turno das eleições. Em discurso, o tucano ressaltou que a união expressa o sentimento de mudança da população brasileira e, em busca de se aproximar da nova legenda, evocou Eduardo Campos, morto em agosto em acidente aéreo: “Hoje eu me preencho com sonhos, lembranças extremamente marcantes para mim. E é por isso que eu quero encerrar essas minhas palavras dizendo: ‘Nós não vamos desistir do Brasil’”, afirmou.

“Sou, a partir desta histórica manifestação, o candidato das mudanças verdadeiras. Do ponto de vista pessoal, me sinto honrado e emocionado neste instante, porque passo a ter a responsabilidade de, no limite das minhas forças, levar pelo Brasil inteiro o legado de Eduardo Campos”, disse Aécio Neves, bastante aplaudido por socialistas. “Os seus sonhos, Eduardo, passam a ser os meus sonhos. E os seus compromissos com a diminuição das diferenças vergonhosas do Brasil passam a ser os meus compromissos. A partir deste instante caminharemos juntos num só sentimento de responsabilidade pela construção de um novo tempo pelo Brasil”, continuou.

O tucano aguardava a definição do PSB durante ato de campanha em Brasília, e compareceu à sede do partido após ser confirmado o apoio. Ele estava acompanhado de Tasso Jereissati (PSDB-CE), eleito para o Senado, e do senador Pedro Taques (PDT), que a partir janeiro vai assumir o governo de Mato Grosso. Nesta quarta-feira, mais duas legendas oficializaram a preferência pelo tucano na reta final da eleição: o PSC, do Pastor Everaldo, e o PV, de Eduardo Jorge. Ontem, o PPS adotou posição idêntica.

Com a confirmação da aliança, tucanos e socialistas vão definir um programa de governo convergente com as propostas dos dois partidos. Integrarão o time o senador e agora coordenador da campanha Tasso Jereissati, o coordenador de temas ambientais, Fábio Feldman, e a coordenadora de educação, Maria Helena Castro, ligados a Aécio. Do lado do PSB estão o senador Fernando Bezerra, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, e o secretário nacional do partido, Carlos Siqueira – este que havia abandonado a campanha socialista após desentender-se com Marina Silva.

“O meu otimismo é muito grande. Só não é maior que a minha determinação de acabar com esse ciclo que aí está. Quero um governo onde a ética e a decência possam caminhar juntos. Trabalharei no meu limite para honrar essa manifestação nos próximos dias, semanas e, se couber a mim, nos próximos cinco anos”, disse o candidato à Presidência.

O apoio ao tucano foi confirmado nesta tarde por 21 votos de membros da Executiva do partido. Outros seis socialistas defenderam a liberação dos integrantes da legenda, enquanto apenas um voto foi favorável à aliança com Dilma Rousseff.

VEJA

Procurador da República dá prazo para Dilma explicar suspeitas sobre Correios

O procurador da República Frederick Lustosa de Mello deu prazo de trinta dias para que a presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) dê explicações sobre a acusação de uso político dos Correios em benefício de sua campanha à reeleição. Uma investigação preliminar foi instaurada pela Procuradoria da República no Distrito Federal, a partir de representação do PSDB.

O partido afirma que os Correios entregaram 4,8 milhões de panfletos da petista sem chancela ou estampa digital. Além disso, enviaram vídeo em que o deputado estadual Durval Ângelo (PT-MG) foi gravado em vídeo dizendo que Dilma só aumentou suas intenções de voto em Minas Gerais porque "tem dedo forte dos petistas dos Correios" atuando na campanha.  "(...) A Dilma tinha em Minas Gerais, em alguns momentos, menos de 30%. Se hoje nós estamos com 40% em Minas Gerais, tem dedo forte dos petistas dos Correios. Então, queremos que você leve à direção nacional do PT, que eu também faço parte do Diretório, mas também à direção nacional da campanha da Dilma a grande contribuição que os Correios estão fazendo.", disse Durval ao presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, que acompanhou todo o discurso do deputado.

O procurador avaliará se há indícios de improbidade administrativa na conduta dos envolvidos no caso. Caso entenda que sim, abrirá inquérito para aprofundar as investigações. Além de Dilma, o procurador também pediu explicações do deputado Durval Ângelo, do presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, e dos diretores regionais José Pedro de Amengol Filho (Minas), Divinomar Oliveira da Silva (Interior de São Paulo) e Wilson Abadio de Oliveira (Grande São Paulo).

O ofício endereçado para Dilma ainda precisa ser analisado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que decidirá se vai remetê-lo ou não para a presidente. No entanto, é praxe o envio com pedido de explicações. Até esta terça-feira, o documento ainda estava na procuradoria da República do DF e não havia chegado ao gabinete de Janot.

O PSDB acusa a campanha da presidente Dilma de infringir os artigos 332 e 377 do Código Eleitoral, que caracterizam como crime impedir o exercício de propaganda política – o candidato da oposição, Aécio Neves (PSDB), acusa os Correios de não entregar panfletos de sua campanha em Minas. A legislação citada pelo partido também prevê como crime o uso de empresas públicas para beneficiar partido ou organização de caráter político. A pena é de detenção por até seis meses e pagamento de trinta a sessenta dias-multa.

Veja / Blog Do Júlio

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Aécio: 'Brasileiros têm medo dos monstros do presente'

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves (PSDB), rebateu nesta segunda-feira o ataque da presidente Dilma Rousseff (PT), segundo quem sua vitória representaria a volta de"fantasmas do passado". "É surpreendente abrir os jornais e ver a candidata oficial falar em fantasmas do passado. Na verdade, os brasileiros estão muito preocupados com os monstros do presente: inflação alta, recessão e corrupção", afirmou.

O tucano passou o dia na cidade de São Paulo e se reuniu com o governador reeleito, Geraldo Alckmin (PSDB), que ontem prometeu trabalhar intensamente por ele no segundo turno. O eleitorado paulista foi responsável por cerca de um terço dos votos de Aécio. "Fiz questão de amanhecer já hoje em São Paulo para agradecer de forma especial o empenho dos companheiros do estado."

Sobre o eventual apoio do PSB, partido da candidata derrotada Marina Silva, Aécio afirmou que é preciso dar "tempo ao tempo": "Cada liderança saberá o tempo que leva para tomar uma decisão e qual será essa decisão". O PSB marcou para quarta-feira uma reunião com a Executiva do partido para discutir sua posição no segundo turno.

"O que vimos no primeiro turno foi a vitória clara do sentimento de mudança que se espalhou por todo país. A soma dos votos obtidos pelas candidaturas de oposição demonstra isso de forma muito clara", disse o tucano.

Veja

Pezão: “Fizemos uma aliança que irá surpreender”

Em uma segunda-feira decisiva na busca de apoio para a disputa do segundo turno ao governo do Rio, o candidato e governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) declarou ter conseguido uma aliança que será “uma surpresa”. Pezão, no entanto, preferiu manter a informação em segredo. “Na hora certa eu vou revelar”, declarou Pezão. Ele contou ainda que procurou, nesta segunda, o senador Lindberg Farias (PT), que, segundo o governador, demonstrou uma tendência a apoiar o senador Marcelo Crivella (PRB), seu adversário.

Pezão também procurou o senador eleito Romário (PRB), que ainda não assumiu uma posição. Sobre o apoio de Anthony Garotinho (PR) a Crivella (PRB), o governador não se mostrou surpreso: “Já esperava. É natural. Os dois demonstraram perfis parecidos em suas campanhas”, declarou. Apesar de não ter anunciado nenhuma aliança, o candidato demonstrou otimismo, ressaltando que “tem amizades com pessoas de vários partidos” e que ligou para deputados eleitos.

Ainda nesta segunda-feira, Pezão se reunirá com o vice-presidente da República, Michel Temer, que deve dar um indicativo do apoio da presidenta Dilma Rousseff, que será colocada na berlinda entre os dois candidatos ao governo do Rio.

O DIA / Folha Online - Blog do Bastos

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Cobertura das eleições 2014 tem erros na Globo e bate-boca na Band

A cobertura da apuração das eleições, neste domingo (05), teve erros na Globo, gafe na Globo News e princípio de bate-boca na Band. As emissoras interromperam programas para informar e comentar os resultados preliminares das urnas. Das principais redes, o SBT noticiou apenas nos intervalos e a Record parou tardiamente o A Hora do Faro para atualizar os números.

A Globo começou a cobertura atrasada (depois de Band, Cultura, RedeTV! e Gazeta) e errou logo no início. Assim que o horário da votação terminou, às 17h, Fausto Silva interrompeu o Domingão e chamou William Bonner, que estava em outro estúdio, mas a imagem não apareceu. Sem jeito, Faustão continuou o programa e três minutos depois voltou a chamar o jornalista. Quando Bonner entrou no ar, o telão atrás do apresentador falhou.

William Bonner apresentou o balanço da apuração com comentários de Heraldo Pereira. Evaristo Costa mostrava os resultados prévios em um telão. No Domingão do Faustão, os números apareciam abaixo da tela. Na disputa em São Paulo, porém, a Globo identificou apenas como "Gilberto" o quarto colocado, sem especificar se era Gilberto Natalini (PV) ou o xará Gilberto Maringoni (PSOL), que estavam muito próximos na pesquisa.

No canal pago Globo News, um programa especial ancorado por Renata Lo Prete teve algumas gafes. Celulares dos convidados tocaram constantemente, com apitos do aplicativo WhatsApp. Quando chamou uma repórter na sede do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a apresentado não percebeu o microfone aberto e falou a alguém: "Já entendi o que você quer de mim".

A Band convidou coordenadores de campanhas para um debate comandado por Ricardo Boechat, e houve princípio de bate-boca entre PT e PSB. José Américo, do programa de Dilma Rousseff, acusou a campanha de Marina Silva de copiar livros no plano de governo dela. Neca Setúbal, represenante de Marina, rebateu dizendo que os autores tinham dado autorização. Enquanto discutiam, José Aníbal, do PSDB, apareceu de costas, com a cabeça baixa, como se estivesse dormindo.

Notícias da TV

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Pepsi lança bebida 'verde' para concorrer com a nova Coca-Cola

Para competir com a Coca-Cola e conquistar o público "verde", a Pepsi também lançará um refrigerante que substitui parte do açúcar pelo adoçante natural estévia. A Pepsi True possui 30% menos calorias que o refrigerante em sua versão convencional e tem embalagens nas cores verde, azul, branco e vermelho.

O lançamento acontecerá este mês nos Estados Unidos. A Pepsi True será vendida primeiramente por meio da Amazon e, dependendo da repercussão, a bebida com embalagem verde poderá ser vendida em lojas nos próximos meses.

A Coca-Cola lançou em setembro a Coca-Cola Life, um refrigerante que também substitui parte do açúcar pela estévia. Extraída da planta stevia rebaudiana, nativa da América do Sul, o produto adoça mais que o açúcar refinado e contém outras propriedades nutritivas, como eliminação de toxinas. A Coca-Cola Life atualmente é comercializada na Argentina e no Chile e têm cerca de 36% menos caloria que a bebida em sua versão convencional.

A Pepsi True e a Coca-Cola Life são respostas às quedas nas vendas de refrigerantes nos últimos anos devido a uma mudança no perfil do consumidor. Com o aumento dos casos de obesidade, a população está preferindo bebidas mais naturais e saudáveis para preservar a saúde.


Veja

Meditação, massagem e carrancas: o debate da TV Globo por trás das câmeras

Relax – Na véspera do mais importante duelo antes do primeiro turno das eleições, Marina Silva decidiu botar o pé no freio e dar atenção total para o debate. Sem agenda pública no Rio, a candidata, entre as checagens dos números e dados apresentados pela equipe, fazia de hora em hora exercícios vocais passados por uma fonoaudióloga. Para relaxar, Marina ainda teve direito a sessão de massagem. Já o vice Beto Albuquerque não poupou energia: participou de reuniões com a campanha e, ao fim, calçou o tênis e foi correr oito quilômetros no calçadão da Barra – com um policial civil à paisana por perto.

Não funcionou – Apesar do repouso, Marina não conseguiu se recuperar completamente. Resultado: voz rouca ao longo de todo o debate, o que lhe deu ar de cansaço.

Funcionou - Já a presidente Dilma Rousseff não deu nem mesmo entrevista nesta quinta-feira (02) e intensificou os gargarejos. A rouquidão de dois dias atrás praticamente desapareceu.

Meditação x política – O emblemático Eduardo Jorge bateu à porta da Rede Globo às 19 horas, quase cinco horas antes do início do debate. Adepto de técnicas de meditação e relaxamento, dirigiu-se ao camarim para se concentrar – mas foi interrompido. Aliados de Marina Silva, Roberto Freire, presidente do PPS, e Roberto Amaral, do PSB, fizeram questão de se aproximar do verde. Afinal, o segundo turno é logo ali.

Vizinhas – Por pouco, as candidatas Dilma Rousseff e Marina Silva não dividiram o mesmo teto no Rio de Janeiro. As equipes das duas presidenciáveis escolheram o hotel Windsor, na Barra da Tijuca, para se hospedar antes do debate. A campanha da petista saiu na frente e fez a reserva primeiro. Coube, então, à turma da adversária procurar outro lugar. A justificativa? O hotel estaria “ocupado”.

Carranca - Dilma Rousseff, por temperamento ou orientação de marqueteiros, se apresentou novamente com a cara fechada. Não sorriu uma vez sequer, nem na apresentação.

Cola - Nenhum candidato recorreu tanto à "cola" quanto Dilma. Ela levou uma espécie de caderno grosso com a divisão dos temas do debate, marcados com post-its. E usou os papéis desde o início: sua primeira resposta, a respeito da corrupção, foi parcialmente lida.

Levantador - Depois de perder até o apoio de seu mentor Silas Malafaia, que aderiu à candidatura de Marina Silva, Pastor Everaldo deixou em segundo plano a defesa de valores morais e da liberdade econômica: assumiu definitivamente a função de levantar a bola para Aécio Neves. Na primeira pergunta que fez, Everaldo podia perguntar para qualquer candidato, exceto Dilma: escolheu Aécio e quis saber o que ele achava do uso eleitoral de órgãos públicos pelo PT. Na segunda chance, escolheu o mesmo interlocutor e chamou Aécio de "meu querido senador".

Amarelou - Luciana Genro e Marina Silva escolheram terninhos amarelos para chamar atenção no último debate antes do primeiro turno. As duas também resolveram usar na lapela um adesivo com seus respectivos números. E, pelo sorteio, acabaram sentadas lado a lado. Ou seja: a estratégia para se destacar não funcionou.

Esporte fino - Entre os homens, Eduardo Jorge foi o único a deixar o terno de lado - como nos outros debates.

Celebridades - Aécio Neves convidou dois famosos para assistir ao debate nos disputados lugares do auditório: o ex-jogador Ronaldo e o cantor Fagner.

Em cima da hora - A presidente Dilma Rousseff foi a última a chegar ao debate: vinte minutos antes do início.

Flexibilidade - A TV Globo concedeu aos candidatos uma margem de tempo extra mesmo após o cronômetro zerar. Com isso, as interrupções do mediador William Bonner se tornaram mais raras - pelo menos até o debate começar a esquentar.

Palmas - Quando Aécio Neves agradeceu a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no estúdio, William Bonner teve de interferir para conter os aplausos da plateia.

O bom e velho dilmês – Como não poderia faltar, a presidente Dilma voltou a escorregar no português. Logo na primeira fala, ao responder questionamento sobre corrupção feito por Luciana Genro, soltou: “Essa será um debate muito propositivo”. Mais adiante, outro tropeço, desta vez dirigindo-se a Aécio Neves: “A inflação no meu governo foi bem sucedida quando se compara com o que aconteceu quando o senhor era líder do governo que quebraram o país”. E, para encerrar com chave de ouro, prometeu mais saúde e menor segurança. Opa. “Melhor segurança”, corrigiu.

Dr. Carranca – As afirmações de Levy Fidelix no debate da TV Record deixaram uma herança para o candidato do PRTB. Na primeira pergunta dirigida a ele, Eduardo Jorge sugeriu que ele pedisse desculpas aos homossexuais. Fidelix chegou bufando ao microfone. Enquanto Jorge e Luciana Genro, outra adversária com quem polarizou, falavam, ele apenas apertava as mãos com cara de bravo.

Dedo em riste – Luciana Genro aproveitou as intervenções para atacar os nanicos e os candidatos mais bem posicionados na disputa presidencial. Chegou a subir o tom de voz, com o dedo em riste, e interromper uma tréplica de Aécio Neves. Em tom provocativo, ela disse que Aécio e Dilma eram o "sujo falando do mal lavado". Depois, acusou o tucano de ser o "fanático das privatizações.

Palavras ao vento – Todos os candidatos debateram com os ânimos exaltados. Marina Silva chegou a improvisar uma espécie de réplica da tréplica, quando quis responder à tréplica da presidente Dilma Rousseff no terceiro bloco. Marina perguntou por que Dilma não cumpriu compromissos de campanha de 2010. Dilma justificou que escândalos de corrupção só foram descobertos porque o governo investigou. Mas Marina não ficou satisfeita e respondeu, depois da tréplica de Dilma, antes de ser cortada pelo apresentador: "A forma como a senhora toda atrapalhada". Eduardo Jorge também quis esticar o tempo das respostas além do permitido.

Temer atrasado – O vice-presidente Michel Temer foi o último convidado da comitiva de Dilma a chegar ao debate. Estava acompanhado do ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, e de outros correligionários.

Na gaveta – A três dias das eleições, Marina Silva levou ao debate uma proposta inédita: o pagamento de 13º salário para beneficiários do Bolsa Família. Alvo de críticas pelas mudanças no programa de governo, a candidata pelo PSB negou que a ideia tenha sido sacada de última hora: “O tema era estudado ainda quando Eduardo Campos era vivo. Ele ia apresentar essa proposta na última entrevista que deu ao Jornal Nacional [um dia antes da morte], mas preferiu esperar e fazer cálculos profundos para analisar esse tipo de suporte”, disse Marina.

Aécio, o verde – Todas as vezes que pôde escolher o adversário, Dilma quebrou a tendência dos últimos debates e fugiu de questionar Marina Silva. No lugar, mirou o tucano Aécio Neves, que surpreendeu até a equipe da socialista ao tratar sobre questões ambientais e apresentar uma série de números sobre o desmatamento. “A Marina daria um chapéu. Mas ele foi bem”, admitiu Neca Setubal, coordenadora do programa do PSB. Para integrantes do partido de Marina, a escolha do tucano foi estrategicamente calculada: “É um reconhecimento de que o Aécio é mais fraco e mais fácil de ser batido no segundo turno”, disse Beto Albuquerque, vice de Marina Silva.

E tem mais – Levy Fidelix saiu do debate com a certeza que ganhou votos após declarações sobre homossexuais. Em coletiva de imprensa, ele foi questionado sobre o que faria se tivesse um filho ou filha homossexual, Fidelix respondeu: “Isso eu não tenho. Graças a deus”.

Em queda – O coordenador da campanha de Marina, Walter Feldman (PSB), disse que Dilma priorizou o embate com Aécio Neves porque acredita ser mais fácil vencê-lo no segundo turno. Ele afirmou ainda que a presidente-candidata está em queda nas pesquisas internas do partido, saindo de 47% para 45% dos votos válidos. "Dilma está em queda. Hoje estaria com 45% dos votos válidos nas nossas pesquisas. Tinha 47%. O embate com Aécio mostra que é uma polarização mais fácil de ser conservada. O PT prefere enfrentar o PSDB", afirmou na saída do debate.

Veja

Ibope e Datafolha: Dilma lidera e Aécio acirra ainda mais disputa com Marina

Pesquisas Datafolha e Ibope divulgadas nesta quinta-feira (02) indicam que o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, encostou ainda mais em Marina Silva (PSB) na disputa pelo segundo lugar ao Palácio Planalto. Já a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), continua isolada na liderança, com 40% das intenções de voto em ambas as pesquisas.

No levantamento do Datafolha há um empate técnico entre Aécio e Marina, com vantagem numérica para a ex-senadora: 24% a 21%. Já no Ibope, a candidata do PSB tem 24% das intenções de voto, contra 19% do tucano. A margem de erro das duas pesquisas é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.


Aécio oscilou um ponto na pesquisa Datafolha em relação ao último levantamento: saiu de 20% para 21%. Já Marina teve variação inversa: saiu de 25% para 24%, enquanto Dilma manteve-se com 40% das intenções de voto.

De acordo com a pesquisa Ibope, Aécio manteve-se com 19% em relação à última pesquisa, enquanto Marina oscilou de 25% para 24%. Dilma, por sua vez, variou de 39% para 40%.


Divergências no Segundo Turno
Nas simulações sobre um possível segundo turno há divergências claras entre os dois institutos. No Datafolha, a diferença nas disputas de Dilma X Marina (48% a 41%) e Dilma X Aécio (48% a 41%) é a mesma — seis pontos entre Dilma e os dois candidatos. O Ibope, entretanto, vê desvantagem maior para o candidato tucano. Na disputa Dilma X Marina, a presidente tem sete pontos de vantagem (43% a 36%), enquanto no enfrentamento Dilma X Aécio ela está 13 pontos à frente (46% a 33%).

A pesquisa Datafolha foi contratada pelo jornal "Folha de S.Paulo" e pela "TV Globo", e foi registrada no TSE com o número BR-00933/2014. Foram 12.148 entrevistados entre 1 e 2 de setembro. O Ibope ouviu 3.010 eleitores entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro em pesquisa encomendada pelo jornal O Estado de S.Paulo. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00942/2014.

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Justiça Eleitoral: confira o que fica proibido de quinta a domingo

Com a proximidade do primeiro turno das eleições no domingo (05), a Justiça Eleitoral tem algumas regras que não podem ser esquecidas por candidatos, partidos políticos e coligações.

Segundo a Lei Eleitoral, nesta quinta-feira (02) é o último dia para a exibição da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. É também o prazo final para os candidatos fazerem reuniões públicas de campanha, comícios e para a utilização de aparelhagem de som fixa, entre as 8h e a meia-noite.

Quinta-feira também é a data limite para a realização de debates políticos na televisão ou no rádio. Debates iniciados no dia 2 podem se estender, no máximo, até as 7h do dia 3 de outubro. Também até esta quinta, partidos políticos e coligações terão que indicar à Justiça Eleitoral o nome das pessoas autorizadas a expedir as credenciais dos fiscais e delegados de partido que estarão habilitados a acompanhar os trabalhos de votação.

Sexta-feira (03) será a data limite para que se faça a divulgação paga, na imprensa escrita, a reprodução na internet do jornal impresso, de propaganda eleitoral. Ainda nesta sexta-feira, os presidentes de mesa que não tiverem recebido o material destinado à votação deverão comunicar a falha ao juiz eleitoral.

No sábado (04), termina a propaganda eleitoral com uso de alto-falantes ou amplificadores de som, entre as 8h e as 22h. Carreatas, caminhadas, passeatas e a distribuição de material gráfico também só poderão ser feitos até as 22h deste sábado.

Desde terça-feira (30), até 48 horas depois do encerramento da votação, nenhum eleitor pode ser preso ou detido, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou ainda por desrespeito a salvo-conduto. A proibição de prisão de candidatos está em vigor desde o último dia 20. No entanto, quem concorre a cargo eletivo pode ser detido ou preso em caso de flagrante delito.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, a competência para proibir a venda de bebidas alcoólicas no dia da votação é da Secretaria de Segurança Pública de cada estado, município ou do Distrito Federal.

Agência Brasil / Folha Online

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

62% dos brasileiros não têm interesse pelas eleições

Apenas 10% dos brasileiros tem interesse em conhecer melhor as propostas dos políticos que tentam entrar em cargos públicos nesta eleição e conhecer o que acontece no cenário político do país. É o que mostra uma pesquisa da agência de mercado Hello Research. O levantamento feito com mil pessoas de 70 cidades do país mostrou que 62% da população têm pouco ou nenhum interesse pelas eleições de outubro.

O estudo foi feito com homens e mulheres que têm entre 16 e 70 anos (idade até a quando o voto é obrigatório) e mostrou que os jovens são os mais desinteressados em política. Entre os pesquisados, somente 31% dos entrevistados com idade entre 16 e 24 anos disseram ter interesse pelo pleito. Em contrapartida, entre os maiores de 65 anos essa porcentagem sobe para 45%.

A análise também dividiu os entrevistados entre classes sociais e mostrou que a classe mais interessada nas eleições é a B, com 48% de muito ou médio interesse. A classe D/E é a que menos se preocupa com a votação, com 70% de desinteressados.

Fazendo coro a pesquisas anteriores, o levantamento viu que 61% dos entrevistados são contrários ao voto obrigatório e que 55% ao votariam se fosse possível. Também são os jovens os maiores opositores á obrigatoriedade, eles são 66% dos contrários ao voto como é hoje.

A pesquisa tem margem de erro de 5 pontos percentuais para mais ou para menos.

ÉPOCA

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Petrobras abre inscrições para novo concurso com salários de até R$ 8 mil

Foram abertas nesta quinta-feira as inscrições do novo concurso da Petrobras, que visa ao preenchimento de 663 vagas e formação de cadastro de reserva. A maior parte delas é para cargos de nível médio: são 575 oportunidades, que têm salários iniciais variando entre R$ 2.821,96 e R$ 3.400,47. Para candidatos com formação superior, são 88 postos. Os salários vão de R$ 7.501,06 a R$ 8.081,98. O prazo vai até 20 de outubro.

Os cargos de nível superior são júnior de administrador, analista de comercialização e logística, contador, enfermeiro do trabalho, engenheiro civil, engenheiro de equipamentos, engenheiro de petróleo, de processamento, de produção, de segurança, além dos cargos de geofísico, médico do trabalho e profissional de comunicação (relações públicas).

Os cargos de nível médio são técnico júnior em administração e controle, comercialização e logística, enfermagem do trabalho, ambiental, exploração de petróleo, informática, inspeção de equipamentos e instalações, logística e transporte, manutenção (caldeiraria, elétrica, instrumentação e mecânica), operação, perfuração e poços, projetos, construção e montagem, segurança, suprimento de bens e serviços e químico de petróleo.

— Os salários e benefícios oferecidos, como sempre, são bastante atraentes principalmente para as vagas de nível médio. Para os cargos de nível superior, a remuneração não é tão alta quando comparada com outros concursos, mas pode progredir bastante ao longo do tempo, inclusive com a incidência de PL (participação nos lucros). Portanto, vale a disputa — afirma Gladstone Felippo, professor do curso Universo do Concurso.

O concurso será executado pela Fundação Cesgranrio. Para os postos de nível médio, serão 60 questões objetivas, divididas em conhecimentos básicos, sendo 10 de português e 10 de matemática, além das 40 questões de conhecimentos específicos. Já para os cargos de nível superior, serão 70 questões, sendo 20 de conhecimentos básicos e as restantes de matérias específicas.

— As provas organizadas pela Cesgranrio estão entre as mais bem elaboradas do país, com questões atuais e justas. No caso das vagas de nível superior, o inglês pode ser o diferencial e, considerando que o tempo é curto, os candidatos devem intensificar os estudos — diz Felippo.

Novidades na prova
As vagas serão distribuídas por vários municípios brasileiros, sendo que a maior concentração está nas cidades de Rio de Janeiro, Macaé (RJ), Salvador (BA), Santos (SP), São José dos Campos (SP), Mauá (RJ), São Mateus (ES), Vitória (ES), São Paulo, Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Paulínia (SP). Também há oportunidades para locação nacional, ou seja, para qualquer cidade onde a Petrobras possua instalações, além de vagas definidas por estados, como Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba, Amazonas, Rio Grande do Sul, Ceará e Santa Catarina.

As provas objetivas serão aplicadas no dia 7 de dezembro. Para a professora Karina Jaques, do curso Agora eu Passo, ainda dá tempo de estudar e a dica é refazer antigas questões da Cesgranrio para se familiarizar com a prova:

— São muitas vagas e em diversas especialidades, o que representa oportunidade para vários candidatos. Para quem já estuda para outros concursos é uma ótima chance, já que as matérias básicas, para nível superior e médio, são assuntos constantemente abordados.


Segundo Paulo Estrella, diretor pedagógico da Academia do Concurso, a novidade este ano é o fato de que as questões de conhecimentos básicos, apesar de eliminatórias, não são classificatórias.

— Esta diferença modifica a intensidade de estudo dessas disciplinas, já que os acertos acima do mínimo só trazem vantagens em caso de desempate entre dois candidatos. Este fator favorece o bom técnico, já que os pontos vêm das disciplinas de conhecimentos específicos de cada cargo — diz.

Serão cobradas taxas de inscrição de R$ 40 para cargos de nível médio e de R$ 58 para nível superior. O processo seletivo terá validade de seis meses, podendo ser prorrogado uma vez pelo mesmo período.

Read more: http://oglobo.globo.com/economia/emprego/petrobras-abre-prazo-de-inscricao-de-novo-concurso-14042305#ixzz3ELYT8g6G

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Ibope: Dilma abre vantagem de 9 pontos sobre Marina no 1º Turno

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (23), revela que a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, oscilou dois pontos para cima, passando de 36% para 38%. Aécio Neves (PSDB) parou de crescer e tem 19% de taxa de intenção de votos, mesmo índice da última pesquisa divulgada na semana passada. Já a candidata Marina Silva (PSB) oscilou de 30% para 29%. Com isso, Dilma passa a ter nove pontos porcentuais de vantagem sobre sua principal adversária. Pastor Everaldo (PSC) teve 1% das menções. Outros candidatos, somados, obtiveram 2%.Os eleitores indecisos somam 5% e 7% pretendem votar nulo ou em branco.

No segundo turno, Marina Silva perdeu dois pontos percentuais e viu Dilma empatar com ela na disputa. As duas, agora, estão com 41% da intenção de votos. No levantamento anterior, Marina estava numericamente à frente com 43% contra 40% da presidente. Caso o tucano consiga chegar na outra etapa, Aécio ficaria 11 pontos porcentuais atrás da atual presidente (35% a 46%).

Marina já chegou a ter 46% em simulação de segundo turno contra Dilma em setembro. Depois, oscilou para 43% e agora passou para 41%, totalizando uma perda de cinco pontos. No primeiro turno, alcançou 33% no começo de setembro, passou para 31%, 30 % e, agora, para 29%. Ainda na simulação de segundo turno, aumentaram os que pretendem votar em branco ou anular, de 8% para 12%, entre o começo e o fim deste mês.

O Ibope ouviu 3.010 eleitores de 296 municípios entre os dias 20 e 22 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral foi feito sob o protocolo BR-00755/2014.

CNT mostra vantagem da petista
Pesquisa CNT/MDA divulgada na manhã de terça-feira (23), antes do Ibope, mostra que Dilma ampliou a vantagem que tinha em relação à Marina no primeiro turno. Dilma oscilou de 38,1% para 36% das intenções de voto, mas Marina caiu de 33,5% para 27,4% na comparação para a sondagem divulgada do dia 9 de setembro. O candidato do PSDB, Aécio Neves, subiu de 14,7% para 17,6%. No principal cenário de disputa para segundo turno, Dilma tem 42% contra 41% de Marina, empatadas tecnicamente.

No levantamento anterior, Marina e Dilma também estavam tecnicamente empatadas, a candidata do PSB tinha 45,5% contra 42,7% da petista. Na disputa entre Dilma e Aécio, a presidente se reelegeria com 45,5% contra 36,5% do tucano. Na última pesquisa, Dilma tinha 47,5% e o tucano, 33,7%.

Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios, nos dias 20 e 21 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00753/2014.

Folha Online

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Saiba como são feitas as pesquisas de intenção de voto

Divulgadas durante períodos eleitorais em todo o mundo, as pesquisas de intenção de voto costumam incendiar campanhas e influenciar eleitores. Feitas por institutos de pesquisas de opinião pública (como Ibope, Datafolha e Vox Populi) a pedido de veículos de comunicação ou entidades representativas (como as confederações nacionais da Indústria e de Transportes), as pequisas no Brasil precisam ser registradas na Justiça Eleitoral para serem divulgadas.

Mas como são feitas as pesquisas de intenção de voto nas eleições presidenciais no país? Geralmente, envolvem entrevistas a algumas centenas de pessoas. O número varia de acordo com o instituto e com o cliente que encomendou o trabalho.

A pesquisa Vox Populi divulgada no dia 15 de setembro, por exemplo, ouviu 2 mil eleitores. Já a Ibope encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S.Paulo, divulgada no dia seguinte, envolveu 3 mil eleitores. A Datafolha de 11 de setembro, por sua vez, entrevistou 10,5 mil pessoas.

Os números podem parecer pequenos, diante do universo eleitoral brasileiro de quase 143 milhões de pessoas, mas os institutos de pesquisa garantem que são suficientes para representar os eleitores do país e retratar, considerando-se as margens de erros e os intervalos de confiança, as intenções de voto dos brasileiros.

O segredo, explicam os institutos, está na escolha dessa amostra, que não tem nada de aleatória. Trata-se de um trabalho estatístico que busca dividir o eleitorado de acordo com critérios como sexo, idade, escolaridade, ocupação e espaço geográfico. O pressuposto é que eleitores com características semelhantes tendem a ter a mesma preferência política.

“Se a sua amostra é bem calculada e os indivíduos são capazes de constituir uma miniatura do conjunto da sociedade, a tendência é que o comportamento desses indivíduos se reproduza para o conjunto. Existe uma analogia que se faz que é o exame de sangue. Você não precisa tirar todo o sangue do indivíduo para saber quais as características. Você tira só alguns mililitros”, explica o diretor do Vox Populi, João Francisco Meira.

O Vox Populi, por exemplo, divide sua amostra em cinco estratos: idade, sexo, escolaridade, renda e ocupação. Já o Ibope divide em apenas quatro: idade, sexo, escolaridade e ramo de atividade. A partir de informações da Justiça Eleitoral e de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), como o Censo e a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), é possível conhecer o perfil do eleitor em cada cidade e estado.

Então, de acordo com o tamanho da população, do número de homens e mulheres, das principais ocupações e do grau de escolaridade daquele local, o instituto divide a amostra geograficamente. Por exemplo, se um determinado local for predominantemente agrícola, a amostra daquela região terá mais empregados da agricultura do que da indústria ou de serviços. Se no local, o perfil da população é de escolaridade mais baixa, a amostra terá mais entrevistados nessa faixa de escolaridade. E assim sucessivamente.

Dependendo do número de eleitores, um local pode ter uma amostra mais estratificada do que outro. Tanto o Ibope quanto o Vox Populi ouvem eleitores nas capitais e no interior. Cidades grandes, como São Paulo, podem até ser divididas em zonas.

Estados menores têm peso menos relevante. Na pesquisa presidencial do Ibope, por exemplo, os estados do Amapá, de Roraima e de Rondônia se revezam em cada pesquisa. Já o Vox Populi faz a pesquisa em 25 unidades da Federação - Roraima e Amapá não entram porque têm menos de 1% do eleitorado, portanto um percentual inferior à margem de erro da pesquisa, que é 2 pontos percentuais.

Definida a amostra, o próximo passo é preparar o questionário e abordar os entrevistados. As pesquisas são feitas nos domicílios ou na própria rua, desde que a pessoa more na zona previamente estabelecida para o trabalho.

“Nas eleições, temos que ter o cuidado de fazer a pergunta de forma totalmente isenta. A pessoa começa fazendo a pergunta [para que seja respondida] de forma espontânea. Daí a gente apresenta um disco [uma figura em forma de círculo] com os nomes dos candidatos, de modo que não prioriza nenhum dos candidatos. O entrevistador entrega para a pessoa, que lê os nomes e diz em quem vai votar. O entrevistador não faz nenhuma leitura dos nomes”, explica o diretor de Opinião Pública, Política e Comunicação do Ibope, Hélio Gastaldi.

A pesquisa, em geral, é feita em dois ou três dias. Segundo Gastaldi, o difícil é encontrar pessoas que se enquadrem nos estratos pré-determinados. “O trabalho do investigador é muito difícil. É um trabalho duro. Ele tem que ter muita disposição. Os questionários são de rápida aplicação. O entrevistador demora muito mais tempo procurando as pessoas, batendo nos domicílios ou abordando as pessoas”, disse.

Como qualquer trabalho estatístico, as pesquisas de intenção de voto estão sujeitas a margens de erro. Nas pesquisas de intenção de voto para presidente, em geral, a margem de erro é 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Isso significa que se um candidato tem 35% das intenções de voto na pesquisa, ele tem, na prática, algo entre 33% e 37%.

Ururau

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Governo vai sacar R$ 3,5 bi do Fundo Soberano para fechar contas

Diante do fraco desempenho da arrecadação, o governo decidiu sacar R$ 3,5 bilhões que estão no Fundo Soberano para garantir o resultado fiscal de 2014. Esse valor vai servir para compensar parcialmente a queda das receitas que está projetada em R$ 10,541 bilhões no relatório de avaliação do quarto bimestre divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério do Planejamento. Assim, na prática, a estimativa de arrecadação foi reduzida em R$ 7,041 bilhões.

“Houve queda em praticamente todas projeções dos tributos. Os decréscimos mais acentuados ocorreram nas estimativas da Cofins e das outras receitas administradas pela Receita Federal”, afirma o relatório.

Ainda de acordo com o documento, a estimativa de arrecadação com dividendos cresceu R$ 1,5 bilhão devido a uma “alteração no cronograma de pagamentos por parte das empresas em que o governo é acionista”.

Como não houve redução da meta de superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública), o governo teve que reduzir também estimativas de despesas. Segundo o relatório, houve uma diminuição de R$ 2,218 bilhões nos desembolsos com pessoal e encargos e de R$ 4 bilhões com a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Também foi reduzida a estimativa de gastos com sentenças judiciais e precatórios (R$ 113 milhões) e subsídios, subvenções e Proagro (R$ 3,061 bilhões).

Read more: http://oglobo.globo.com/economia/governo-vai-sacar-35-bi-do-fundo-soberano-para-fechar-contas-14014672#ixzz3E5zTQ7ko

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Carla Machado tem seu registro indeferido no TSE

Candidata a deputada estadual, a ex-prefeita de São João da Barra, Carla Machado (PT) sofreu uma derrota nesta quinta-feira (18), em Brasília.

A ministra relatora do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Maria Thereza de Assis, em decisão monocrática, indeferiu seu registro de candidatura, acatando os recursos interpostos pela coligação (PR/PROS) e mais ordinário interposto pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), por entender ser insanáveis“irregularidades encontradas pelo TCE-RJ nas contas da candidata enquanto prefeita do município de São João da Barra/RJ no exercício de 2006 já transitaram em julgado e são insanáveis, eis que se trata de contas de gestão”.

A coligação PR/PROS deu entrada com recurso pedindo a inelegibilidade “em razão da existência de três acórdãos proferidos pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, rejeitando suas contas”.

Segundo a decisão da juíza, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RJ) do Rio de Janeiro reconheceu em setembro o posicionamento do Tribunal de Contas, mas diante da aprovação da Câmara de Vereadores, afastou a incidência da inelegibilidade.

Na decisão final, a ministra afirma que “considerando a rejeição de contas recorrida em virtude de violação da Lei de Licitações, a inelegibilidade disposta no art. 1º, inciso I, alínea "g", da LC nº 64/90 incide na espécie, motivo pelo qual deve ser reformado o acórdão do TRE/RJ que havia aprovado o registro da ex-prefeita.

A reportagem do Site Ururau tentou um contato com a ex-prefeita por telefone, mas não conseguiu. 

Pelo facebook, na manhã desta sexta-feira (19) a candidata fez uma postagem em tom de ataque ao grupo político adversário, que, segundo ela, foi quem motivou a ação e ainda, mostrou-se confiante em decisão do colegiado que deverá ocorrer após apresentar novo recurso.
Ururau
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