Mostrando postagens com marcador Previsão do Tempo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Previsão do Tempo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Rio Paraíba do Sul: um gigante em luta contra poluição e seca

O Rio Paraíba do Sul nasce na Serra da Bocaiana, da união dos rios Paraibuna e Paraitinga, no Estado de São Paulo, e em seus 1.120 km de extensão, corta três estados e abastece 184 municípios, 37 deles dentro dos 500 km de extensão que cortam o Estado do Rio de Janeiro.

Somente em Campos, a maior cidade do interior do Estado, a concessionária responsável pelo abastecimento, Águas do Paraíba, estima que sejam aproximadamente 400 mil pessoas atendidas com um consumo diário individual em torno de 120 litros de água. Ainda segundo a concessionária, com o uso consciente da água esse consumo per capta ficaria em cerca de 80 litros diários.

O uso irracional da água, como se fosse um recurso natural renovável, aliado aos casos conhecidos e não conhecidos de poluição do Rio e à longa estiagem enfrentada nos últimos anos têm transformado a paisagem do Paraíba. Hoje, em toda sua extensão é possível ver bancos de areia e áreas completamente secas às margens. Na altura da Comunidade do Matadouro, onde o rio contorna uma ilha, o braço que passa à direita já está praticamente seco. Já na Ilha do Cunha, é possível andar por cerca de 200m pelo leito do rio até chegar ao curso d'água.

Um dos setores mais afetados com a intervenção no Paraíba seja ela natural, ou causada pelo homem é o da pesca artesanal. Em entrevista ao Site Ururau, Paulo Soares, que a cerca de 15 anos vive essencialmente da pesca disse que a seca aliada a poluição têm tornado impossível a sobrevivência através da atividade.

“Há seis anos que a gente vem percebendo que o rio não tem mais peixe. Isso tudo por conta da poluição. E o que mais deixa a gente indignado é que a gente não vê ninguém ser punido. Se você subir esse rio, você vai ver em Muriaé, um Matadouro jogando os dejetos sem tratamento direto no rio. E ninguém faz nada. Agora vem a seca e fica tudo pior, por que já não tem peixe e agora também a dificuldade de navegação”, denunciou e lamentou o pescador.

Paulo contou que em dias e condições normais de navegação em cerca de três horas de atividade era possível pegar até 60kg de pescado. No dia da reportagem, no entanto, o pescador tinha chegado para a pesca por volta das 07h e ao meio dia tinha conseguido pouco mais de dois quilos de peixe.

De acordo com o Secretário de Defesa Civil de Campos, Henrique Oliveira, nesta quarta-feira (01), começou a chover em alguns pontos do estado do Rio, o que deve melhorar a situação, mas ainda estamos longe de uma situação confortável.

“Nosso trabalho é mais de conscientizar a população para que economize água para evitar uma situação de racionamento, por que não há o que fazer. Tem previsão de chuva para São Paulo e Minas, mas antes de melhorar a situação aqui vai ter que normalizar o nível dos reservatórios, então ainda vai demorar”, alertou o secretário que disse ainda que as medições do nível do Paraíba estão sendo feitas diariamente e que a última, na manhã desta quinta, marcou 4,67m, a mesma desta quarta.
Trecho do rio em São Fidélis retrata o nível baixo

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Bancos fecham nesta terça-feira e reabrem no próximo dia 02

As agências bancárias vão fechar nesta terça-feira (31), assim como no dia 1º de janeiro, de acordo com Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

A federação lembra que, nos dias em que as agências estiverem fechadas, os clientes poderão usar os canais alternativos de atendimento para fazer operações bancárias, como caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking, banco por telefone e correspondentes (casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados).

As contas de consumo (água, luz, telefone e TV a cabo, por exemplo) e os carnês que vencerem no período em que os bancos ficarão fechados poderão ser pagas no próximo dia útil (02), sem a incidência de multa. Os tributos, normalmente, já estão com a data ajustada pelo calendário de feriados (federais, estaduais e municipais).

Os clientes também podem agendar nos bancos os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos próprios caixas automáticos, ou em correspondentes. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do Débito Direto Autorizado (DDA).

Ururau

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Onda de frio fora de época gera surpresa na Região

Não é comum ver pessoas agasalhadas em novembro, mas é o que está acontecendo nos últimos dias na região. Devido à massa de ar frio, as temperaturas estão ficando entre 19ºC e 27ºC e só devem subir na próxima sexta-feira(07), podendo ocorrer pancadas de chuva isoladas. Em Campos dos Goytacazes, por exemplo, população e comércio refletem a mudança.

Para a ambulante, de Campos, Genilda Ribeiro, 38 anos, a mudança brusca de temperatura prejudica o comércio. "Já estamos trabalhando com produtos da coleção primavera/verão. Com o tempo assim, os consumidores estão procurando roupas de frio", disse. Ainda segundo Genilda, "essa variação é culpa do próprio homem, que não cuida do meio ambiente".

De acordo com o técnico em meteorologia Carlos Augusto Souto, apesar de a primavera ser uma estação de transição, com baixas temperaturas no início e mais quentes no final, o frio nessa época do ano não é comum. "A queda dos termômetros se deve à alta pressão que está empurrando lentamente uma massa de ar frio do oceano para o continente", explicou.

Verão quente
Mas que não se engane quem está sentindo frio agora. O verão do próximo ano promete ser abrasador, afirma Souto. "Os estudos e as previsões ainda estão sendo elaborados pelos principais centros de meteorologia, mas que tudo indica que as temperaturas serão altas e com chuvas. Acredito que teremos um verão com temperaturas em torno dos 30ºC durante o dia e com pancadas de chuva forte no final do dia".

Ele acrescenta que não foram registrados fenômenos como o "El Niño" e "La Niña", que alteram as temperaturas, e que as chuvas de verão de 2014 deverão ser mais espalhadas.

Jornal O Diario

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Rio registra temperaturas mais elevadas do país

O calor que lotou as praias e dominou a conversa dos cariocas no início deste ano não deve dar trégua até o fim do verão. A média das temperaturas máximas de janeiro pode chegar a 35 graus Celsius — dois a mais do que a média histórica. Apesar da enxurrada em Xerém, as chuvas típicas da estação, que costumam baixar os termômetros, ainda são raras, mas suas aparições aumentariam na segunda quinzena do mês, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Climatempo.

Profissionais que analisam tempo e clima, porém, evitam atribuir os termômetros elevados às mudanças climáticas ou ao aquecimento global, embora a tendência seja de que as próximas décadas serão cada vez mais quentes — e não apenas no verão

O instituto mantém 771 estações meteorológicas espalhadas pelo país. Às 10h de ontem, três das cinco que registraram maior temperatura eram em municípios fluminenses — Macaé (32,4ºC, a campeã do ranking); Marambaia, na Zona Oeste carioca (32,1ºC); e Campos dos Goytacazes (31,6ºC). O Rio, ontem, foi a capital mais quente do Brasil, com máxima de 36,2ºC.

Na terça-feira, dia mais quente do ano até agora, as estações fluminenses dominaram a lista de valores extremos tanto de manhã quanto à tarde.

— Ainda está muito abafado, embora o céu não esteja tão limpo como no início da semana — avalia Marlene Leal, meteorologista do Inmet-Rio. — A temperatura deve se manter alta até o fim de fevereiro. E não podemos dizer que já chegamos ao auge do verão, porque ele acabou de começar.

As temperaturas parecem especialmente elevadas se comparadas às do verão passado, quando os cariocas queixavam-se do tempo nublado. A La Niña, aliada a outro fenômeno climático, as Zonas de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), deixaram uma massa de nuvens enormes e imóveis sobre boa parte do Brasil, baixando os termômetros. Este ano, as águas do Pacífico estão com temperatura normal — não há, portanto, El Niño. O Atlântico, porém, chama atenção dos meteorologistas.

O oceano que banha o litoral brasileiro está mais quente em dois trechos — próximo ao Sul e ao Nordeste do país. Por isso, a primeira região não recebe massas polares que, normalmente, levam frente fria até a costa do Espírito Santo. A estiagem nordestina,é atribuída a outro fenômeno.

— Temos uma faixa do Atlântico Norte, próxima ao Caribe, em que as águas estão mais quentes do normal — explica Luiz Cavalcanti, meteorologista-chefe do Centro de Análise e Previsão do Inmet. — Forma-se uma convergência intertropical que não permite a passagem de correntes para o Sul do oceano.

No fim do ano passado, os institutos meteorológicos brasileiros reuniram-se para estabelecer o prognóstico climático do verão. Um destaque do estudo é, justamente, a baixa pluviosidade no Nordeste. Há 40% de chances de que a ocorrência de chuvas em boa parte da região seja abaixo do normal.

O Centro-Sul, por sua vez, divide opiniões. Segundo o relatório, há uma chance significativa (45%) de que os estados locais tenham mais precipitações do que o normal. Mas a seca nas primeiras semanas da estação pode ter mudado as estimativas.

Previsão de chuvas divide cientistas
— Chegaremos ao fim de janeiro com chuvas abaixo da média em boa parte do país — alerta Marcelo Pinheiro, meteorologista do Climatempo. — O déficit de pluviosidade pode se esticar até o mês seguinte, para em março finalmente atingir o nível esperado. Mas precisa chover o quanto antes, porque o verão é a estação responsável por encher as represas. O outono tradicionalmente é mais seco. Sem precipitações, chegaremos ao segundo semestre com estoque de água nas represas abaixo do recomendado.

Pinheiro ressalta, no entanto, que as chuvas de verão não abandonaram o Centro-Sul do país. Mas elas serão rápidas e pontuais — ou seja, em uma mesma cidade pode haver tempestades em um bairro e nada acontecer em outro; e as pancadas não serão o suficiente para atender as hidrelétricas.

— As chuvas que vinham com as ZCAS, tão presentes no início do verão carioca de 2012, aumentavam o volume das cabeceiras dos rios — lembra Pinheiro. — Desta vez, não haverá um fenômeno tão intenso. Neste fim de semana, teremos pancadas de chuvas no Centro-Sul, especialmente em São Paulo, no Sul Fluminense e no Triângulo Mineiro.

Cavalcanti, do Inmet, é mais otimista em relação ao fim da estiagem.

— As chuvas podem se tornar quase diárias ainda agora, no início do verão — acredita. — Creio que devem se estabelecer a curto prazo, já a partir de janeiro, e serão maior fortes no Sudeste e no Centro-Oeste.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Com a falta de chuva, seca atinge produção em São Francisco

Assim como Campos, São Francisco de Itabapoana sofre com os períodos intensos de estiagem em quase todas as zonas produtoras do município, o que vem trazendo preocupação aos produtores. Em Campos, autoridades municipais montaram uma força-tarefa, que vai definir ações em caráter emergencial.

Os produtores rurais de São Francisco têm em suas propriedades lavouras de frutas, como o abacaxi, e criação de gado leiteiro, que estão sofrendo com a escassez de água. Essa é a situação do produtor rural Alberto Santana, que não sabe mais a quem apelar. Segundo ele, toda a produção leiteira está comprometida. “Meu gado está magro e a produção de leite está diminuindo. O que está acontecendo não é nada comum. Estamos tentando amenizar abrindo novos poços nas propriedades”, disse.


A situação, segundo o coordenador da Emater no município, João das Posses, é de extrema gravidade. Ele afirma que os produtores estão solicitando maquinários para não perderem suas produções.

— Percorremos várias regiões do município e ouvimos os produtores rurais. Verificamos que a situação é muito crítica, principalmente pela grande extensão territorial de São Francisco, que é um município essencialmente agrícola. A Emater tem atendido à solicitação dos produtores, enviando máquinas para a abertura de poços, para que possam abastecer as propriedades, mas o gado perdeu peso, a produção de leite caiu em quase 40% e as lavouras de abacaxi e aipim já sofreram os impactos da seca — informou João das Posses, que tem uma reunião agendada com o secretário de Agricultura do município.

A Prefeitura de São Francisco já está ciente do problema e vem tomando providências para amenizar a situação. Em nota, a secretaria de Comunicação informou que “a secretaria de Agricultura já está realizando um levantamento dos impactos relacionados à seca para buscar alternativas, principalmente no que diz respeito à alimentação e água para matar a sede do rebanho. Para isso, será preciso ter em mãos in-formações das regiões mais atingidas e do quantitativo de animais afetados para que possam ser definidas as prioridades”.

Prefeitura de Campos monta força-tarefa

Diante da situação crítica em que se encontra grande parte das propriedades rurais de Campos, a Prefeitura montou uma força-tarefa para definir ações em caráter emergencial. A primeira reunião de trabalho aconteceu ontem, com a participação dos secretários de Agricultura e Pesca, Eduardo Crespo; Meio Ambiente, Wilson Cabral; Obras e Urbanismo, Edilson Peixoto; e Defesa Civil, Henrique Oliveira.

Ao final da reunião, Henrique informou que vai comunicar ao governo federal, de forma preventiva, sobre o risco de desastre ambiental por causa da seca. “A previsão aponta que não choverá regularmente na região nos próximos 10 ou 20 dias”.

Os trabalhos da força-tarefa implicam em ações para tentar fazer aduzir água até as propriedades, através da Lagoa Feia e do rio Paraíba do Sul, para parte da malha de canais de 1.200 quilômetros da Baixada Campista. “Os técnicos da Prefeitura e os produtores rurais constataram que as obras que o Inea fez no final de 2012 apresentam falhas. O leito dos principais canais do sistema de irrigação está assoreado em até dois metros de altura. A falta de dragagem impede o baixo volume de água de fazer seu curso normal”, disse Eduardo Crespo.

Folha Online

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Verão chegou e as temperaturas podem passar dos 35 graus

O verão chegou oficialmente nesta sexta-feira (21) e as temperaturas já estão bem altas. E o clima deve esquentar ainda mais, os meses de janeiro e fevereiro.

Segundo o técnico em meteorologia, Carlos Augusto Souto de Alencar, os termômetros podem chegar a marcar 35º C, durante os horários de picos, que se concentram no início da tarde e a sensação térmica pode ser até 40º C.

“Durante a parte da manhã a temperatura não deve passar de 29 graus, mas na hora do almoço e início da tarde, o calor vai ser muito forte, e a previsão é de que na média geral os termômetros marquem até 35 graus”, relatou.

Outro fato ressaltado pelo técnico é que com as altas temperaturas, as chuvas também vão vir com força. “Com o clima quente e a umidade alta, não tem como não chover. E isso vai acontecer com frequência e a chuva vem em pancadas fortes, geralmente no fim de tarde”, conta.

O técnico explica que a alta umidade e o calor forte, provoca uma baixa pressão, e isso causa chuva forte e ventos de alta velocidade. “A baixa pressão ocasionada pelo calor e pela umidade pode provocar temporais e com isso vêm os alagamentos”, relata.

Ainda segundo Carlos, as chuvas devem acontecer durante todo o verão, e neste ano não devem ocorrer períodos de seca como em 2012.

As cidades localizadas na região serrana, como Friburgo, Petrópolis e Teresópolis vão sofrer mais com os temporais.

Ururau

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Temperatura cai e chances de chuva aumentam

O que muitos queriam que acontecesse, tem possibilidade de acontecer.

A partir desta quinta-feira, 1º de Novembro, a temperatura começa a diminuir e as possibilidades de chuva aumentam, como é possível observar nos mapas abaixo:


A previsão, segundo o Tempo Agora, é que o primeiro dia de Novembro já comece com chuva na madrugada, poucas nuvens durante a manhã e com temperatura de 30ºC, já a tarde soube um pouco para os 36ºC e há a possibilidade de pancadas de chuva e à noite a temperatura cai para os 25ºC e também  há a possibilidade de mais chuva.

E hoje, último dia de Outubro, a previsão é de que a temperatura continue alta durante toda a tarde, em torno dos 36ºC,  e que a noite caia e ocorra pancadas de chuva.  
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...